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José
Eduardo de Souza 
ACREDITAMOS
NO CRESCIMENTO FORTE E SUSTENTADO DA ECONOMIA DO NOSSO BRASIL
Todos
nós estamos vivendo do aperto que foi 2003, onde o poder
de compra foi corroído, o desemprego subiu para 13% em nível
do Brasil (só em São Paulo mais de 20%), a manutenção
da tabela do imposto de renda elevará em 9%, os preços
públicos explodiram, a renda do nosso trabalhador foi arrasada,
o crédito tornou-se abusivo com 150% de juros no cartão
de crédito ou no cheque especial; não se pode comprar
sem ter renda e nossa renda já era frágil. Hoje no
Brasil somente 40 milhões de habitantes podem consumir, pois
possuem alguma renda, mas como somos um país de 175 milhões
de habitantes, o sacrifício ocorreu em termos de produção
e emprego.
A produção industrial é semelhante à
de dez anos atrás e permaneceu estagnada e as vendas do comércio
varejista caíram. Nosso PIB não deverá ultrapassar
0,3%, em consequência da atividade econômica contraída
e do desemprego em alta. Tivemos aumentos sucessivos de títulos
protestados e de cheques devolvidos, superando em 5 % o ano de 2002.
A indústria movida pelo crédito dado aos consumidores
pelas grandes redes de lojas, supermercados, financeiras aumentou
suas encomendas, tendo crescimento ao final de 2003. Prevê-se
uma recuperação sustentável com crescimento
de 4,5% para 2004. Desonera-se a indústria e prejudica-se
o setor de serviços onde a COFINS passa dos atuais 3,5% para
7,6%, a base de cálculo da CSLL passando para 32% sobre o
lucro(quase triplica este imposto). Queremos para o Brasil um país
de progresso com crescimento e emprego.
As pequenas, micro e grandes empresas unidas, buscam a retomada
imediata do desenvolvimento.
O setor da construção, que em 2003 fechou 50,5 mil
postos de trabalho em todo Brasil, deve voltar a crescer e gerar
empregos a partir do segundo trimestre de 2004. Na Construção
Civil, a cada R$ 1.000.000 aplicados, gera-se 26 empregos diretos
e 11 indiretos. A retomada da construção dependerá
de maiores financiamentos de bancos que têm poupança
e da Caixa Econômica Federal. O FGTS tem aprovado orçamento
recorde para investimento em habitação, saneamento
e transporte para 2004.
Em 2004 prevê-se uma taxa de juros de 14% no decorrer do ano,
o que viabiliza a construção de novos empreendimentos
imobiliários.
Nossa Associação ALEC espera que a partir de
2004, a economia possa voltar a crescer de forma sustentada e que
o espetáculo do crescimento enfim aconteça.
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